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Vitor Abreu recebe a Medalha APALA (Academia Pan-americana de Letras e Artes)

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Vitor Abreu na entrega da medalha APALA. (Foto: Will Dubrok.)

APALA – Academia Pan-americana de Letras e Artes 

Promoveu dia 12/12/2017 durante a Exposição Raizes e Mitos na Galeria Antônio Berni no Consulado da Argentina
O Encontro de Poetas e Posse Acadêmica Com a entrega de medalhas para novos membros da APALA. Curadoria Maria Araújo Carmem Teresa Elias e Tania Lucia de Vasconcelos. Os novos acadêmicos empossados a 12 de dezembro são Anna Maria Fernandes, Ely Martins Gargagliane, Eliana Calixto, Ludmila Oliveira, Monica P Rocha, Renata Barcelos, Vítor Abreu .

Vitor Abreu, de 22 anos, morador do bairro de Caxias, veio se desenvolvendo durante 5 anos no projeto No Palco da Vida. Família humilde, sempre teve o desejo de conquistar o sonho de viver da carreira artística. Hoje é o coordenado de produção no projeto. Além de ajudar diversas crianças, jovens e adultos a se desenvolver na literatura.

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Vitor Abreu recebe de Maria Araujo a Medalha APALA. (Foto: Will Dubrok.)

Ajudar nossos jovens que não tem consciência da riqueza dessa nação. Vamos resgatar neles a brasilidade e o amor por essas três etnias que compõe essa nação. Só amor ao próximo ensino responsável de base para nossos jovens e reconhecimento de ser brasileiro e ter nascido nesse rico Continente com obrigação de ter conhecimento real da herança cultural dessas três vertentes que está em cada brasileiro pelo DNA miscigenado. Caríssimos amigos Vítor, Wal e os outros jovens que abrilhantaram nosso encontro de Poetas na Galeria Antônio Berni Consulado da Argentina. Cada vez mais, fico lisonjeada em fazer parte dessa riquíssima família “No Palco da Vida”. Ressalta Maria Araujo.

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Uma história de superação – Ator Wal Schneider

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Wal Schneider palestrando no evento Mar de Cultural – Quiosque da Globo. (Foto: Jorge Paulino.)

Filho de faxineira e pai carpinteiro. Wal dividia comida para sete irmãos incluindo ele, de família pobre. Descobriu o Circo aos sete anos, e sonhou queria ser artista, assistia novelas na brechas das janelas dos vizinhos. Quando chegava o Circo na cidade ele vendia maçãs para poder assistir aos espetáculos, muita das vezes entrava escondido para aprender mais sobre aquele mundo mágico. Aos 17 anos saiu do Ceará – Tabuleiro do Norte de carona em um caminhão de melão, com ajuda de sua mãe, Tereza e sua amiga Jesuíta para seguir o sonho de ser ator no Rio de Janeiro. Dois dias de viagem. Ao chegar na cidade maravilhosa, não era nada daquilo que tinha visto pelas novelas da televisão, Wal passou por muitas dificuldade; Lavou pratos, fez faxina, trabalhou em uma padaria e passou fome, mas sua fome de vencer venceu todas as dificuldades, trabalhou para pagar cursos de teatro. Quando lavava pratos no restaurante em Copacabana, conheceu um dos clientes, Emílio Carlos Rollo Schneider, coronel do corpo de bombeiros, que lhe deu ajuda no Rio para pagar seus estudos. Conseguiu terminar o 2º Grau e se formar como ator na CAL – Casa de Artes em Laranjeiras. Conseguiu realizar o de fazer televisão, mas percebeu que sua meta era maior.

Em 2007, foi convidado para dar oficina gratuita de teatro para 50 meninos e meninas do Complexo do Alemão, no qual lhe deu mais oportunidade de criar o projeto No Palco da Vida. Em 2008 começou os primeiros passos, sendo mambembe passando pelos bairros de Bangu, Campo Grande e adjacentes. Em 2011 fixa em Olaria na sede do projeto No Palco da Vida, a Primeira Escola de Artes da Região da Leopoldina . Nesses 10 anos o projeto já atendeu mais de 4.000 pessoas entre elas crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com necessidades especiais de toda parte do Rio de Janeiro.

Pelo reconhecimento do projeto e sua história de vida, em 2015 ganha o Prêmio Extraordinários de Superação do Jornal Extra e o Prêmio João Canuto de Direitos Humanos. Em 2017 ganhou o Prêmio Heloneida Studart de Cultura, pela ALERJ. Wal Schneider é o exemplo de história de superação a ser seguido.

Assista sua história no vídeo abaixo:

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Cultivando Sonhos no Pátio Pascoal Carlos Magno

Vitor Abreu com o alunos da turma infantil no Pátio Paschoal Carlos Magno. (Foto: Will Dubrok)

“… interagir com o colega faz parte do processo criativo e ainda ajuda o nosso planeta.”

No sábado (25/11) os alunos do projeto social No Palco da Vida, tiveram uma verdadeira aula de ecologia. Uma das dinâmicas realizadas foi para que cada um pegasse uma semente e plantasse em um vaso com terra. “Muitas pessoas desconhecem o por que disso numa aula de teatro. De maneira metafórica, ensinamos aos alunos que seus sonhos não renderão frutos, se não forem plantados e cultivados”, afirma Vitor Abreu, um dos instrutores.  Consciência, trabalho em grupo são os pontos que norteiam cada aula ministrada no projeto e que podem se estendidos para o dia a dia dos alunos: “Plantando a gente consegue ajudar o nosso planeta e também a fazer economia nos gastos da nossa casa”, afirma Clara Viter de 11 anos. “Quando um aluno fica disponível para absorver o que foi passado, o trabalho flui de uma maneira fascinante. Brincadeiras, risos, aprendizado, interagir com o colega faz parte do processo criativo e ainda ajuda o nosso planeta”, resume Vitor que desde criança adquiriu gosto pelo contato com a natureza.

“Por causa do pensamento atual, onde as coisas estão cada vez mais rápidas, o senso de preocupação com o meio em que vivemos foi perdido. Desrespeitar a natureza se tornou algo corriqueiro.  Cada aula serve para desenvolver consciência, em suas mais diferentes formas,  não apenas a artística.”, completa Vitor,

 Paciência é tudo

Nicole Souza plantando alho. 

O Projeto No Palco da Vida ajuda a reduzir o efeito do aquecimento global. É uma atitude que traz muito mais benefícios ao planeta do que imaginamos, e a ideia de compartilhar isso com as crianças é educativa na formação dos valores e da cidadania.

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Wal Schneider é entrevistado no programa Sem Censura por Vera Barroso

Wal Schneider e Vera Barroso com o livro Um Palco e Muitas Vidas no programa Sem Censura. (Foto: Vitor Abreu).

Vera Barroso recebe Wal Schneider ator e diretor do projeto ‘No palco da vida’ fala sobre o livro que comemora 10 anos do projeto que resgata jovens atraídos pelo tráfico no Complexo do Alemão para o teatro. falando sobre os 10 anos do projeto social No Palco da Vida e o livo “Um Palco e muitas Vidas: 10 anos de histórias No Palco da Vida”, de Teresa Montero.

Assista agora a entrevista:

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Teatro e Matemática na E.M. Francis Hime

Wal Schneider dando aula para os alunos e professores da Escola Francis Hime 2017 (Foto; Will Dubrok)

Na ultima quarta-feira (30/08) Wal Schneider é convidado pelo professor Luiz Felipe para dar um Worksop de teatro para alunos, professores e funcionários na 1ª Jornada de Educação Matemática da E.M. Francis Hime. Uma tarde deliciosa através de experiências teatrais, com tema “Sonho”. Cada aluno e professor trazendo sonhos e metas de vida. A oficina é para provocar aquele sonho mais profundo, desde a criança ao adolescente, do adolescente ao adulto, a linguagem nunca muda.

– O único meio de salvar o nosso país, é através da educação escolar. Isso pode salvar milhões de vidas pelo país. – Declara Wal.

Will Dubrok, Caio Costa, Wal Schneider. Luiz Felipe e Vitor Abreu na Escola Francis Hime (Foto Acervo do projeto)
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Lançamento do livro Um Palco e Muitas Vidas!!!

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Wal Schneider e Teresa Montero com o grupo No Palco da Vida no lançamento do livro “Um Palco e Muitas Vidas”, na Livraria Argumento do Leblon. (Foto: Jorge Paulino.) 

Uma década de encontros, momentos históricos e determinação do grupo No Palco da Vida. Lembrar que a dez anos as aulas eram no muro de uma das alunas, circulando em bairros do Rio de Janeiro como Bangu, Campo Grande, Vila Olímpica do Complexo do Alemão entre outros, vendo hoje nos trás uma força de sempre continuar persistindo na vida e alimentando o sonho de cada meninos e meninas do projeto.

Com a conquista do sede, o grupo vem seguindo mantendo a cultura firme pelo bairro de Olaria, Zona Norte do Rio. Aulas de teatro, dança, música, literatura, cinema gratuita. E transformando vidas entre crianças e adultos, não só na região, como Bonsucesso, penha, Caxias, Maré, Campo Grande e adjacente.

Noite iluminada, o lançamento do livro “Um Palco e Muitas Vidas – 10 anos de histórias No Palco da Vida”, de Teresa Montero pela editora Eldorado, que conta a história do projeto no Palco da Vida. Pra nós do projeto social No Palco da Vida e Wal Schneider queremos compartilhar com todos os amigos que a cada passo que damos é como colocar um foguete em órbita. E quando vemos amigos abraçando este sonho é o combustível que nos impulsiona. Estamos muito emocionados de ter como amigos pessoas ultra especiais conosco e desejamos que a luz que ilumina este Palco resplandeça para todos aqueles que cujo coração esteja imbuído de fé e humanidade. Todos nós do projeto social No Palco da Vida queremos deixar registrado para todos vocês nosso muito obrigado e evoé ao teatro! Evoé à vida!

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O livro Um Palco e Muitas Vidas na vitrine daLivraria Argumento. (Foto: Jorge Paulino.)

Para Wal, o projeto “No Palco da Vida” é a como a eterna luta do sonho que parece impossível. Eles buscam muito além do teatro que pretende apenas conquistar os aplausos da plateia, os estúdios da televisão ou as telas do cinema. O teatro do Palco da Vida quer muito mais, quer estimular o convívio saudável e despertar a autoconfiança de cada um do grupo, quer descobrir vocações, formar talentos, desenvolver potencialidades, indicar caminhos, ganhar espaço em diferentes áreas de atuação. Enfim, objetivam preparar crianças e jovens para o palco da vida, que é o palco mais difícil, o palco que não permite ensaios, o palco que sempre apresenta os maiores desafios, dia após dia.

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  • “Venho realizando o meu sonho e os de meninos e meninas como eu, a partir de minhas primeiras vitórias na carreira. Comecei a dar aulas de teatro em favelas: em fundo de quintal de alunos que cediam o espaço, em terrenos abandonados e quadras, e, depois de um tempo, tive a ousadia de alugar uma casa para criar o projeto. Lá um grupo de meninos e meninas, adolescentes e adultos, se une para praticar a arte do Teatro. No local, todos têm acesso a “Biblioteca Padre Pio” de Teatro, com mais de 6.000 títulos relacionados ao assunto e outros temas correlatos, revistas, jornais referentes a essa arte e uma videoteca com mais de 5 mil títulos a ela relacionados, filosofia e história” – conta Wal.
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“No Palco da vida é um pólo do cultural e resistência. Fico muito feliz de ver crescer cada vez mais. Além de se rum trabalho lindo e digno.” – Diz Ruth.

  • Quando entrou no projeto, há cinco anos, Caio Costa, hoje integrante ativo e produtor do Palco, estava numa fase um tanto que decisiva na vida. Conheceu o Wal através da segunda oficina que ele deu no Sesc de Ramos e de lá pra cá está com o grupo desenvolvendo seu lado artístico e empreendedor social.
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“Eles são um centro de energia pulsante. Venho acompanhando o trabalho por muito tempo. Cada encontro com eles fico até com vergonha (risos), porque eu nunca vi gente fazer muito com tão pouco.” Ressalta Bianca Ramoneda.

Wal Schneider e Teresa Montero com Bianca Ramoneda, Alexandre dos Santos e Téo no lançamento do livro Um Palco e Muitas Vidas. (Foto: Jorge Paulino.)  

“Com o projeto aprendi que o único jeito de realizar seus sonhos, é botando a mão na massa e se cercando de pessoas que compartilham do mesmo objetivo que você. Este livro que está sendo lançado é a concretização do sonho de uma vida. No livro está documentado não somente os primeiros dez anos de projeto, mas sim o início das carreiras de todos os que por aqui passaram, o impacto positivo que o projeto vem causando na vida das pessoas e na história do bairro de Olaria, adjacências e no estado do Rio de Janeiro e é a primeira vez que o pensamento, a visão que o Wal vem disseminando sobre arte está sendo organizada.” – relata Caio.

Will Dubrok é mais um aluno do projeto que hoje faz parte ajudando fazer acontecer. Ele, que entrou com o objetivo de apenas escrever, com o passar do tempo viu que podeira ajudar a criança e ao adulto com a arte de fazer cinema. Aproveitar o talento que cada um tem, não só interpretando, mas também ajudando a montar um cenário, fazendo a maquiagem, entre outras funções.

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O livro resume um grande sonho construído com tijolos e muita garra, desde a pessoa que prepara o lanche a pessoa que compartilha trocados de passagem para o outro. 10 anos e muitas vidas, No Palco da Vida é um projeto com o poder imensurável de transformação.”– afirma Will.

Para Vitor Abreu, hoje também integrante e produtor, Wal é um exemplo para todos nós e um símbolo nacional de resistência, honestidade, para muitos brasileiros e que em sua maioria busca seu lugar ao sol. Segundo ele, muitos que chegam ao projeto, muitas das vezes sem perspectiva de sonhos, encontram ali uma possiblidade.

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  • “Quando integrei no projeto No Palco da Vida não podia imaginar que ali selava um encontro, que aos poucos foi se tornando uma segunda casa, uma segunda família. Curiosidade, leitura, teatro, amizade, carinho e respeito são alguns elementos que encontramos ao passar uma tarde na sede do projeto. Porém o mais me chama a atenção é perceber que essa casa simples, colorida, na rua Uranos 1363, não forma apenas atores, mas cidadãos conscientes do seu valor no mundo. Está completando 10 anos de existência, ou melhor, de resistência é saber que ainda existe possibilidade de se transformar e revolucionar um bairro, uma rua, um mundo.”  conta Vitor.

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Pietra Dupin e Cauã Deveza no lançamento do livro Um Palco e Muitas Vidas. (Foto: Felipe Luz.)
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A atriz e Cantora Zezé Motta também prestigiou os amigos. (Foto: Jorge Paulino.)
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Wal Schneider e Teresa Montero com Francisco Azevedo e Edvane do Carmo no lançamento do livro Um Palco e Muitas Vidas. (Foto: Jorge Paulino.) 
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Wal Schneider, Elizabeth Jhin e Teresa Montero no lançamento do livro Um Palco e Muitas Vidas. (Foto: Jorge Paulino.)

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O Rio de Carmen Miranda 02/11/2017

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Grupo se apresnetando no Cassino da Urca (Exposição de Heleno Bernardi). Com a música “O que que a Baiana Têm”, de Dorival Caymmi. (Fotos: Gerson Ferreira.)

Demorou 77 anos para Carmen Miranda VOLTAR ao Cassino da Urca. Sua última apresentação foi em setembro de 1940. O Rio de Carmen Miranda com o grupo No Palco da Vida e o artista Heleno Bernardi prestou essa homenagem a NOSSA Embaixadora do samba, das marchinhas. Inventora da moda brasileira. No Palco da Vida mostrou Carmen com o Bando da Lua e as vedetes no palco do “Cassino” (agora com a Intervenção de Heleno Bernardi). O prédio do Cassino só fica aberto até 20/12. Em 2020 renasce como “Centro Latino-Americano de Inovação em Design e Economia Criativa”, do IED.

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Brenda Ventura (Carmen Miranda) e Will Dubrok (Grande Otelo) no antigo cartaz quando Carmen Miranda se apresentou no Cassino da Urca.  (Fotos: Gerson Ferreira.) 
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Teresa Montero e Wal Schneider com o grupo em frente a antiga TV Tupi (Cassino da Urca). (Fotos: Gerson Ferreira.)

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Lançamento do Livro “Os Novos Moradores”, de Francisco Azevedo

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Francisco, Wal e Edvane com os alunos do projeto No palco da Vida no Lançamento do livro “Os Novos Moradores”. (ACERVO DO PROJETO.)

Em “Os novos moradores”, Francisco Azevedo passeia pelos dramas de duas famílias típicas da classe média carioca, num período que vai dos anos 1970 aos dias atuais. Tudo num estilo de escrita límpido e sedutor, que tem cativado milhares de leitores em diversos países — “O arroz de Palma”, seu primeiro romance, já foi publicado em 13 idiomas e vendeu mais de 60 mil exemplares no Brasil. Neste novo livro, o foco permanece sobre as relações familiares — triviais à primeira vista, conturbadas e intensas na intimidade. Transgressoras, sempre:

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Francisco Azevedo no Lançamento do livro “Os Novos Moradores”. (Foto: Will Dubrok.) 

“O que chamamos de transgressão de costumes nada mais é que um novo olhar sobre nós mesmos. Olhar que nasce da experiência cotidiana, da prática do diálogo, da curiosidade que nos faz querer saber mais e mais sobre nossos corpos, nossos sentimentos, nos pesquisando, nos revirando e nos vendo pelo avesso — processo que acontece na intimidade desse fabuloso laboratório chamado família”, conta o autor, nesta entrevista.

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Marcelo Taranto, Luisa Taranto, Francisco Azevedo, Patricia Canepa e Wal Schneider no Lançamento do livro “Os Novos Moradores”. (Foto: Will Dubrok.)
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Eriberto Leão, Francisco Azevedo e Edvane do Carmo no Lançamento do livro “Os Novos Moradores”. (Foto: Will Dubrok.)

Que noite iluminada, cercada com amigos! Parabéns ao querido amigo Chico! Agradecendo mais uma vez pela amizade, força e carinho. Leiam já “Os Novos Moradores”, de Francisco Azevedo.

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Peça Memórias de um Picadeiro no Aniversário de 258 anos da Tijuca

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Ana Ferreira, Vitor Abreu e Will Dubrok na peça Memórias de um Picadeiro, direção Wal Schneider.

No dia 8 de julho o grupo No Palco da vida brilhou com o espetáculo Memórias de um Picadeiro no Aniversário de 258 anos da Tijuca, o mesmo bairro do cantor Tim Maia, Roberto Carlos,  Sandrá de Sá e Erasmo Carlos. Com textos de Marcelo Sarralva, Carequinha, Benjamin de Oliveira, Arrelia, Piolin entre outros, sob a direção de Wal Schneider.

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Elenco da peça Memórias de um Picadeiro, direção Wal Schneider 2017 (Foto: André Costa) 

A história trata quando João (Luiz Alberto), descobre o circo ainda criança, se deparando com Catraca (Vitor Abreu) e Espoleta (Caio Costa) num antigo circo do bairro. Ao desenvolver da peça o mundo mágico do circo é mostrado ao garoto que vivia dentro do mundo virtual. No elenco também conta com Will Dubrok, Juliana Patrocinio, Sylvia Mariano, Beatriz Sales, Ana Ferreira, Carlos Estrella e participação especial da atriz Liv Milla.